Janeiro é o mês das decisões. Enquanto muitos empresários planejam vendas, os que crescem planejam impostos.
A escolha do regime tributário, as mudanças da reforma e os vencimentos de fevereiro já estão batendo na porta. Quem decidir agora economiza. Quem deixar para depois, paga.
- Regime Tributário: Revise Antes Que Seja Tarde
O que mudou
Janeiro é o único período do ano em que a empresa pode revisar ou alterar o regime tributário (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real) de forma regular.
Após esse prazo, a empresa permanece no mesmo regime até o fim do ano, mesmo que a realidade do negócio tenha
Por que importa
Empresas que cresceram, mudaram o tipo de serviço ou se aproximaram do teto do Simples costumam continuar no regime antigo por inércia.
Isso pode gerar pagamento de imposto acima do necessário, impactando diretamente o lucro e o fluxo de caixa ao longo de todo o ano.
Uma escolha inadequada de regime pode representar uma diferença relevante no custo tributário anual.
O que fazer
- Avaliar agora se o regime atual ainda é o mais adequado, considerando:
- crescimento do faturamento em 2025;
- mudanças no modelo de negócio ou no tipo de serviço/produto;
- proximidade do teto do Simples Nacional;
- histórico de margem e carga tributária.
- Essa análise em janeiro evita ajustes complexos ao longo do ano e permite planejamento tributário com previsibilidade.
Tem interesse em entender mais sobre o tema e saber qual o melhor regime tributario para sua empresa?
Acesse o conteudo do nosso blog → Regimes Tributários: Um Guia Completo para Sua Empresa – AGSE
Ou nosso vídeo no YouTube → Pare de deixar dinheiro na mesa: O guia definitivo do Regime Tributário
- Reforma Tributária: Mapeie o Impacto
O que mudou
A Reforma Tributária já saiu do campo das discussões e entrou em fase de implementação gradual.
Algumas regras começam a ser testadas, enquanto outras passam por regulamentação, criando um cenário de transição que exige atenção das empresas.
Mesmo que a mudança completa leve alguns anos, as decisões tomadas agora podem impactar diretamente a estrutura fiscal e financeira do negócio no médio prazo.
Por que importa
Durante períodos de transição tributária, o maior risco não é a mudança em si, mas não se preparar para ela.
Empresas que não acompanham esse movimento podem:
- estruturar preços sem considerar novos tributos;
- assumir contratos de longo prazo sem avaliar impactos futuros;
- perder competitividade por falta de planejamento.
Além disso, a Reforma traz a necessidade de organização fiscal e contábil mais precisa, já que o controle de créditos, débitos e operações tende a ser mais rigoroso.
O que fazer
Este é o momento de:
- acompanhar as mudanças com foco no impacto prático, não só na legislação;
- revisar formação de preços e margens;
- avaliar contratos e operações que possam ser afetados no médio prazo.
A empresa que se antecipa consegue absorver melhor a transição, evitando decisões reativas quando as regras estiverem plenamente em vigor.
Tem interesse em entender mais sobre o tema?
Acesse o conteudo do nosso blog → Reforma Tributária 2026 – Guia Completo – AGSE
Dúvidas de como emitir a nova nota fiscal de serviço? Assista ao nosso workshop na prática.→ Workshop Emissão de nota de serviço da reforma tributária – Gravação de Reunião
- Calendário de Fevereiro 2026
| DATA | IMPOSTOS |
| 10/02/2026 | ISS |
| 20/02/2026 | INSS, FGTS, IR, DAS, Prestados Retidos, ICMS, ICMS DIFAL, ICMS ST |
| 25/02/2026 | PIS, COFINS |
| 28/02/2026 | IR, CSLL |
E se o maior erro do seu negócio não fosse técnico, mas mental?
Clique no vídeo e entenda por quê.
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